Por conta do predomínio absoluto de shows tributos no Cultural, não sou mais, apesar de gostar muito da casa, um seu frequentador assíduo. Atualmente, e isso é uma questão política, só subo se houver som autoral.
O Cultural faz parte da minha vida e sou eternamente grato pelos grandes shows que tive a oportunidade de assistir lá. Ontem, dia 05 de dezembro, fiquei devendo mais um agradecimento à casa por poder propiciar a um público tão carente de cultura um show histórico. Ouvir A Cor do Som com a sua formação original, ou seja, ouvir Mu, Dadi, Ary, Armandinho e Gustavo se apresentando, juntos e emocionados com a receptividade de um público de fãs, que apesar do longo recesso da banda ainda preserva consigo toda a cor daquele som, não tem preço. É coisa pra se guardar pra sempre.
Que banda, que músicos maravilhosos. Que som! Um som que não existe mais. É rock, é choro é Bahia. É canção e é instrumental. No entanto, é a parte instrumental a que pega fogo, a parte cantada é confraternização. E a plateia já sabia cada nota, cada palavra. E a banda lá de cima, afiada como se jamais tivesse deixado de estar junta, impressionava a todos, mesmo aqueles que subiram pensando ser mais um dia de tributo no Cultural. Mas não era, e era evidente. Alguma coisa acontecia ali. Não era a tentativa de se reviver algo que já tinha acontecido. Alguma coisa grande acontecia ali. Era uma noite histórica, e estava escancarada a emoção da banda.
Estavam todos prontos para mais uma vez dar o melhor de si. Muita guitarra baiana, muito moog, muitas canções, muitas vozes. Uma cozinha brasileira, Ary na percussa, Gustavo na bateria e o reforço esplêndido do eterno Menino-Deus Dadi.
Voltei com a impressão de que esse show seria apoteótico, como fora aqui, em qualquer palco do mundo. Armandinho é um Hendrix baiano, Mu é um Wakeman carioca que canta, Ary é ritmo, vigor e simpatia, Gustavo um bateirista do rock e da síncope e o Dadi é mesmo demais. É luxo só.
Como se não bastasse. Ainda tivemos a honra de contar com participação especial luxuosa do nosso Joãozinho da Percussão, ele que tocara com a A Cor do Som bem no início da banda, subiu no palco ovacionado pela banda e pela plateia e ficou até o fim do show arrebentando nas congas!
A casa não estava cheia como de costume, talvez por não ser dia de tributo, mas estava repleta de amor, de ritmo, de som, de canções e de sorrisos. Casa cheia pra mim é isso.
Viva o Brasil!
O Cultural faz parte da minha vida e sou eternamente grato pelos grandes shows que tive a oportunidade de assistir lá. Ontem, dia 05 de dezembro, fiquei devendo mais um agradecimento à casa por poder propiciar a um público tão carente de cultura um show histórico. Ouvir A Cor do Som com a sua formação original, ou seja, ouvir Mu, Dadi, Ary, Armandinho e Gustavo se apresentando, juntos e emocionados com a receptividade de um público de fãs, que apesar do longo recesso da banda ainda preserva consigo toda a cor daquele som, não tem preço. É coisa pra se guardar pra sempre.
Que banda, que músicos maravilhosos. Que som! Um som que não existe mais. É rock, é choro é Bahia. É canção e é instrumental. No entanto, é a parte instrumental a que pega fogo, a parte cantada é confraternização. E a plateia já sabia cada nota, cada palavra. E a banda lá de cima, afiada como se jamais tivesse deixado de estar junta, impressionava a todos, mesmo aqueles que subiram pensando ser mais um dia de tributo no Cultural. Mas não era, e era evidente. Alguma coisa acontecia ali. Não era a tentativa de se reviver algo que já tinha acontecido. Alguma coisa grande acontecia ali. Era uma noite histórica, e estava escancarada a emoção da banda.
Estavam todos prontos para mais uma vez dar o melhor de si. Muita guitarra baiana, muito moog, muitas canções, muitas vozes. Uma cozinha brasileira, Ary na percussa, Gustavo na bateria e o reforço esplêndido do eterno Menino-Deus Dadi.
Voltei com a impressão de que esse show seria apoteótico, como fora aqui, em qualquer palco do mundo. Armandinho é um Hendrix baiano, Mu é um Wakeman carioca que canta, Ary é ritmo, vigor e simpatia, Gustavo um bateirista do rock e da síncope e o Dadi é mesmo demais. É luxo só.
Como se não bastasse. Ainda tivemos a honra de contar com participação especial luxuosa do nosso Joãozinho da Percussão, ele que tocara com a A Cor do Som bem no início da banda, subiu no palco ovacionado pela banda e pela plateia e ficou até o fim do show arrebentando nas congas!
A casa não estava cheia como de costume, talvez por não ser dia de tributo, mas estava repleta de amor, de ritmo, de som, de canções e de sorrisos. Casa cheia pra mim é isso.
Viva o Brasil!
Saí de moto do Rio de Janeiro e fui!
ResponderExcluirA Cor do Som sempre me deixa feliz!
Que ótimo! Tenho certeza que valeu muito a pena. Foi lindo. Obrigado pela leitura e pelo comentário.
ResponderExcluirFoi histórico mesmo! Deixei meu marido e meu filho de quase 3 anos em Belo Horizonte, e fui, de ônibus, para a casa da minha mãe, em JF, fazer parte dessa festa. Até a chuva que caía sem parar deu trégua. "Lindos, lindos, sempre a nos iluminar".
ResponderExcluirDemais!
ExcluirCara, no início do ano vi que a banda tinha voltado pra uma turnê pelo Brasil e pedi pro Marcelão. Mas confesso, não acreditava que seria possível, mas foi. Foi bem além do possível, perto do incrível, aquele momento que é único e por uma alegria do destino, eu estava lá. Valeu Marcelão!!!
ResponderExcluirCara, no início do ano vi que a banda tinha voltado pra uma turnê pelo Brasil e pedi pro Marcelão. Mas confesso, não acreditava que seria possível, mas foi. Foi bem além do possível, perto do incrível, aquele momento que é único e por uma alegria do destino, eu estava lá. Valeu Marcelão!!!
ResponderExcluirVerdade. Valeu, Marcelão! Ainda bem que estávamos lá para presenciar tanta beleza pura!
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